Ultimamente as palavras têm sido um grande inimigo para a minha imaginação. Sempre que tento escrever alguma coisa, saem apenas palavras soltas e metáforas completamente sem sentido. Paro e olho pela janela na esperança de tentar compreender o porquê das coisas nem sempre ocorrerem da forma como queremos ou como deveriam ser teoricamente.
Inúmeras vezes me peguei pensando no futuro que não chega nunca ou que vem totalmente desfigurado batendo à minha porta esperando que eu o acolha e o aceite. Mas fecho meus olhos para as grandes mudanças e espero que um dia ele desista e vá embora, me deixando na mesmice de sempre ou desiludida por que o que eu tanto esperava não pareceu no tempo certo.
Após tantas tentativas frustradas de entender o que pode vir a acontecer, decidi das as mãos ao inesperado e reconhecer o futuro como meu aliado e não como um castigo por querer ser apresada.
Resultado: comecei a observar mais, refletir mais, amar mais e entender mais. Fui capaz de diferenciar o futuro das minhas ilusões e não castigar os meus pensamentos por terem tido idéias diferentes daquelas que me foram concedidas. Vi que por mais que eu tente me afastar do que está por vir, mais ele me perturba e corre atrás de mim.
Não tem jeito, os dias devem passar e os anos devem se acumular como forma de experiência e aprendizado. Não basta apenas viver os dias, temos de acrescentar vida aos dias e fazer dele o último, para que o próximo seja sempre esperado e bem vivido. Só assim não me arrependerei de atos omitidos ou de palavras ditas.
Inúmeras vezes me peguei pensando no futuro que não chega nunca ou que vem totalmente desfigurado batendo à minha porta esperando que eu o acolha e o aceite. Mas fecho meus olhos para as grandes mudanças e espero que um dia ele desista e vá embora, me deixando na mesmice de sempre ou desiludida por que o que eu tanto esperava não pareceu no tempo certo.
Após tantas tentativas frustradas de entender o que pode vir a acontecer, decidi das as mãos ao inesperado e reconhecer o futuro como meu aliado e não como um castigo por querer ser apresada.
Resultado: comecei a observar mais, refletir mais, amar mais e entender mais. Fui capaz de diferenciar o futuro das minhas ilusões e não castigar os meus pensamentos por terem tido idéias diferentes daquelas que me foram concedidas. Vi que por mais que eu tente me afastar do que está por vir, mais ele me perturba e corre atrás de mim.
Não tem jeito, os dias devem passar e os anos devem se acumular como forma de experiência e aprendizado. Não basta apenas viver os dias, temos de acrescentar vida aos dias e fazer dele o último, para que o próximo seja sempre esperado e bem vivido. Só assim não me arrependerei de atos omitidos ou de palavras ditas.
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